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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A Educação nas Escolas de Agora

Vivemos em um tempo marcado por avanços científicos e tecnológicos que nos obrigam a procurar propostas educacionais capazes de formar os alunos para a vida, o trabalho, o lazer, a conquista de seu espaço e a vivência plena de sua cultura. 


Na esfera da educação escolar pública, nos são impostos múltiplos desafios. Todavia, considerando-se a prioridade e a urgência, um deles se destaca e se impõe: oferecer educação escolar a todos e por meio de uma proposta educativa que responda com qualidade às exigências atuais.


Para tanto, a educação escolar brasileira necessita implementar um currículo que tenha como ponto de partida a realidade imediata e a cultura local e, como objetivo final, a construção, aquisição e ampliação de conhecimentos. A escola do futuro se faz com a escola do presente, e o agora agrega no seu contorno o passado, como história e memória de saberes, e o futuro, como projeto e desejo do que se quer aprender.


Afirmar que agora é a hora da escola é ter como premissa básica que o que se vive é o que se aprende. Ou seja, durante a vida escolar, é impossível ensaiar ou improvisar, uma vez que a relação entre os sujeitos e o objeto de conhecimento é vivida na dimensão real e concreta.


Na escola do presente, a relação professor-aluno tem papel fundamental no processo educativo, mas depende do clima estabelecido, da capacidade de ouvir e discutir o nível de compreensão dos educandos e da criação da ponte entre o conhecimento do aluno e o da escola. Portanto, a troca de experiências na busca da aquisição de novos conhecimentos e novos caminhos a serem seguidos é essencial.


Para enfrentar esse desafio, a escola precisa dar conta da realidade presente e estar atenta ao seu entorno, visto que trabalha com tempos de médio e longo prazo. Ela deve estar aberta ao mundo em que conhecimento, opiniões, manifestações artísticas e culturais circulam e se transformam com rapidez por meio de diferentes linguagens.


Para construir alternativas de ação, planos e passos para a educação, avaliando continuamente o processo e os resultados, a escola do presente deve desenvolver um trabalho coletivo, com base na leitura dos limites e possibilidades do contexto escolar. É nesse cenário que são organizados os projetos pedagógicos, levando-se em conta a identidade da escola, porém vinculados com diretrizes mais amplas, definidas no campo social.


Educar é uma atuação mais abrangente do que ensinar e transmitir informações — compreende uma reflexão sobre os valores subentendidos no conhecimento adquirido. A escola, então, é o lugar em que se entrelaçam o ser, o conviver, o saber e o fazer, a produção intelectual e o conhecimento advindo do entorno social. É o espaço, portanto, onde se aprende a articular saberes para usá-los na resolução dos conflitos que se apresentam na realidade concreta.


A compreensão dos conceitos, procedimentos e atitudes demanda do educando um exercício de reflexão, colocando-o como sujeito ativo do processo. Desse modo, o fazer didático exige uma atuação diferenciada do docente, que permitirá que o aluno possa desenvolver, de forma autônoma, a compreensão de outras formas em que tais conteúdos se manifestam.

Fonte: Administradores com Francisca Romana - Diretora pedagógica do Agora Sistema de Ensino

 Produtos Tecnológicos para Educação

Aulas modernas com o uso de recursos tecnológicos têm vida longa e podem ser adaptadas para vários tipos de alunos, para diferentes faixas etárias e diversos níveis de aprendizado. Pensando nisso a Oppitz traz ao mercado da Educação tudo o que a de mais moderno para perfeita interação aluno professor usando as melhores tecnologias do mercado.



Carteira Informatizada Oppitz é a mais 
perfeita integração entre o mobiliário escolar e o equipamento de informática. Sendo assim, foram ergonomicamente projetadas para garantir a saúde do aluno, obtendo também o melhor aproveitamento do espaço físico e o máximo de conforto do usuário.


Equipamento que transforma um quadro branco ou uma superfície sólida (parede) em uma grande tela touch-screen ,ou seja, onde a interação com os aplicativos são efetuadas diretamente nessa superfície usando-se uma caneta digital.


Confeccionado em estrutura metálica com tratamento anti-corrosão e pintura eletrostática o Armário Digital da Oppitz é composto de módulos com 4 escaninhos sobrepostos. Os módulos podem ser interligados de forma a compor um conjunto único de armários. As fonte de alimentação dimensionada de acordo com a quantidade de armários que compõem o arranjo. 



As câmeras de documento da Lumens são destinadas ao uso em ambiente escolar, corporativo e na área de segurança pública (perícias). 


Com elas, é possível captar e apresentar em projeção documentos ou objetos, fazer anotações e explorar detalhes dessas visualizações devido a alta resolução da câmeras e poder de zoom.


  


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Cequipel lança carteira informatizada para pessoas com deficiência


Grupo Cequipel está lançando no mercado brasileiro a carteira informatizada Desk One PNE para pessoas com deficiência. Com sede em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, a Cequipel é o maior fabricante de mobiliário escolar da América Latina, além de ser apontada como uma das empresas mais inovadoras do Brasil em tecnologia para educação.


O novo produto é uma carteira convencional que, quando fechada e com o tampo basculante aberto, torna-se um computador com design e tecnologia de ponta. Um dos opcionais é o teclado com colmeia, que tem uma placa de acrílico com perfurações correspondentes a cada tecla, para evitar que o usuário portador de deficiência motora pressione teclas indesejadas. As carteiras possibilitam a fácil acomodação de cadeirantes, pessoas com paralisia cerebral ou dificuldade locomotora. Sua estrutura conta com um minicomputador com monitor widescreen, mouse e teclados acoplados, além de chave com segredo, quatro níveis de altura e regulagem de ângulo, como nos notebooks.


A prefeitura municipal da cidade de Cerqueira César, no interior de São Paulo, adquiriu a carteira em prol da aluna Fernanda Roberto, 10 anos de idade. De acordo com a professora da instituição onde estuda a beneficiada, Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria José França Nogueira, Mariana Todescato, com a carteira informatizada a aluna pode desenvolver significativamente a parte motora em relação ao controle das mãos e também propiciou a melhora do seu desempenho em atividades que exigem concentração.


Desk One PNE foi desenvolvida com base dos preceitos da ergonomia, elemento prioritário em todos os produtos do Grupo Cequipel. “O projeto desta carteira é uma ramificação da ergonomia, adaptada a este público”, diz o coordenador de design, Clécio Zeithammer.



A utilização da Desk One PNE não se restringe somente aos ambientes escolar e empresarial, mas também é direcionada a usuários particulares, já que este é um produto único no mercado que está disponível para venda ao consumidor final.

A carteira informatizada

O equipamento consome 88% menos energia que um computador comum e opera interligado a um servidor de aplicações da internet. O programa permite que o professor coordene o conteúdo de acesso dos alunos na rede. “É o professor quem determina e libera o acesso ao uso da internet ou qualquer outro aplicativo. As características construtivas do produto preservam a interatividade entre o professor e aluno dentro da sala de aula.


Mais de 1.200 escolas já utilizam a carteira no Brasil e três países já contam com a estrutura montada pela Cequipel. Oito países ainda estão em negociação. Na cidade de Arajuno, no Equador, por exemplo, as crianças de comunidades indígenas já usufruem da tecnologia de 32 carteiras Desk One PNE. Na cidade de Bogotá, capital da Colômbia, os alunos do colégio Liceo Americano também utilizam as carteiras informatizadas.

Acesse: Apabb | Carteira Informatizada para Pessoas com Deficiência - PNE

Fonte: http://www.paranashop.com.br/home/index.php

Cequipel amplia mercado nas regiões Norte e Nordeste

Uma empresa líder de participação no mercado brasileiro de mobiliário escolar quer aumentar sua presença nas regiões Norte e Nordeste do País, oferecendo produtos de qualidade e com muita tecnologia embarcada. 



Isso porque o Grupo Cequipel, cuja matriz fica em São José dos Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba), detém entre 35% a 40% deste mercado, e um faturamento de R$ 250 milhões anuais, apenas com os conjuntos de cadeira e carteira escolar, cuja produção diária - nas três fábricas: São José dos Pinhais (PR), Biguaçu (SC) e Aracaju (SE) -, chega a 4,5 mil conjuntos, e representa o carro-chefe das vendas. O investimento previsto para a construção da fábrica no Ceará e da ordem de R$ 15 milhões.


Carteiras e mesas moduladas para estudantes, que vão desde o maternal, passando pelos ensinos fundamental e médio, e chegando às universidades, bem como empresas com espaços para a instrução de funcionários. 


Mas a linha de produtos da empresa é muito ampla, indo desde móveis para escritório - com design arrojado e funcionalidade -, até equipamentos de alta tecnologia, que representa um dos grandes investimentos da Cequipel, nos últimos anos, com os produtos Oppitz


Dentre os principais estão as carteiras informatizadas Desk One - compostas de tampo basculante, no estilo notebook, fazendo com que aberta tenha a tela no tampo, o minicomputador com sistema embarcado e o teclado com track ball na parte inferior. E quando fechada, seja uma carteira normal. 


Ela possui chave de segurança e é feita de material muito resistente, anti-vandalismo. Há versões para professores, alunos e portadores de necessidades especiais. Outro modelo é o Dual CI, com capacidade para duas pessoas, ideais para escolas de informática ou de idiomas.


Outro produto com muita tecnologia embarcada é a lousa eletrônica com CPU e software integrados, também chamada de Quadro Interativo Digital, que proporciona uma aula muito mais fácil para o professor e bem mais interessante para os alunos. 


Isso porque, com a utilização de uma caneta digital eBeam Edge ou o eBeam Inscribe (espécie de tablete que se comunica com a lousa), com os quais o docente pode executar as funções de mouse e utilizar todas as ferramentas do software, tornando a aula mais dinâmica. E, como a lousa possui acesso à internet, é possível aliar a interatividade com as carteiras eletrônicas, com a conectividade de consultas on line, buscando os mais variados temas para serem debatido em sala. 


Há, ainda, o Desk Tablet – que pode ser usado em projetos de sinalização digital interativa, como terminal de autoatendimento em hotéis, restaurantes, bibliotecas, salas de aula e laboratórios. E o módulo volante informatizado, com quatro estações de trabalho, ideal para projetos de inclusão digital.

Desenvolvimento

De acordo com Airton Oppitz, presidente do Grupo Cequipel, recentemente foram vendidas 200 lousas digitais para o Governo do Estado de Tocantins, pois o governador de lá ficou impressionado com a facilidade que o equipamento proporciona, por realizar a comunicação com outros municípios interioranos, em tempo real. 


“A utilização da tecnologia na educação é algo necessário, e com urgência. Nós, como estamos na vanguarda nesta área, estamos iniciando um processo de desenvolvimento, a fim de promover um crescimento na qualidade do ensino - tanto público, quanto privado. Fizemos um estudo em relação ao nível absorção do aprendizado que os estudantes obtém, a partir do momento em que é utilizado este nosso sistema educacional. 



E não foi feito apenas com um ou dois alunos, mas sim com uma classe inteira, em relação à outra, de mesma série, e ficou comprovado que o nível de aprendizado da turma que utilizou a lousa digital teve um nível de captação das informações em torno de 60%, enquanto a que estudou de maneira convencional, obteve uma captação de 25%, ou seja, menos da metade”, asseverou.



O empresário disse que foi fechado, em Brasília, um contrato de fornecimento de mobiliário escolar com o Ministério da Educação, por intermédio do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino (FNDE), no valor de R$ 192 milhões.



“Nossos produtos tem selo do Inmetro, na questão de dimensões, baseados na antropometria, seguindo padrões europeus, mas já estão sendo feitos estudos neste sentido, em relação ao biotipo dos brasileiros, apesar de haver diferenças significativas entre o tamanho das pessoas das regiões Sul e Sudeste, com relação ao Norte e Nordeste. Mas, em breve, deveremos ter este resultado, para melhorar ainda mais as nossas carteiras escolares”, completou Airton Oppitz.

Fonte: O Estado

Os recursos tecnológicos devem servir como extensões do professor

Ideias abstratas tornam-se passíveis de visualização; o microscópico torna-se grande; o passado torna-se presente, facilitando o aprendizado e transformando o conteúdo em objeto de curiosidade e interesse. O essencial é que as aulas obedeçam a uma cadeia de ideias que deixe o aluno orientado em relação ao que está aprendendo. Cada aula não é uma aula, e sim uma aula que veio antes de uma aula e depois de outra. O aprendizado deve ser interligado.


Em língua portuguesa, por exemplo, podem ser trabalhados textos utilizando apenas um computador e um programa Word. A professora pode incluir comentários nos textos dos alunos sem alterá-los e depois pedir que revisem. Outra atividade interessante é pedir aos alunos que pesquisem na internet um texto narrativo e solicitar que mudem o gênero textual para poesia ou teatro (Magalhães e Amorim, 2008). 


A internet é uma fonte riquíssima e excelente aliada do professor de português. Podem ser realizadas produções de textos baseadas em histórias em quadrinhos disponíveis na rede (www.turmadamonica.com.br). Sites de notícias podem ser visitados para analisar, por exemplo, como determinado país divulgou um acontecimento de âmbito mundial.


Nessa sequência, pode-se trabalhar o texto jornalístico, e os próprios alunos montam um jornal da escola utilizando programas no computador. Gráficos e tabelas no Excell podem ser elaborados com o auxílio do professor de matemática; artigos sobre o meio ambiente e alguma questão que envolva a comunidade local podem ser criados com o apoio dos professores de ciências e geografia. 


O mesmo jornal pode ser trabalhado no formato de telejornal, e os alunos poderão fazer gravações com câmeras digitais. As videoconferências, realizadas através de programas como o Skype, por exemplo, são particularmente úteis para o professor de língua estrangeira, que poderá acordar com professores de outros países que ensinam a língua em questão, em séries equivalentes, para que os alunos possam conversar on-line.


Febre entre a garotada, e agora ferramenta para a sala de aula, são os sites de relacionamento e os blogs. Com atividades dirigidas e objetivos claramente estabelecidos, é possível levar para a escola oportunidades reais de uso da língua estrangeira ou mesmo da língua materna. Não podemos esquecer os sites de atividades interativas, especialmente os jogos on-line. Atividades como bingo, anagramas, caçapalavras, palavras cruzadas e forca são alguns exemplos de exercícios interativos.


A internet tem papel fundamental no ensino de língua inglesa. É a fonte natural da língua, mais acessível para alunos de qualquer contexto social. Desde formulários para diversas finalidades até a inscrição em muitos sites de relacionamento terão de ser preenchidos em inglês. Isso já representa uma necessidade de aprender uma língua estrangeira, uma vez que muitos querem uma razão para isso. Vídeos no Youtube, músicas e vários outros recursos são mais alguns exemplos de que não é necessário viajar para o exterior para ter contato com falantes nativos de inglês.




Os recursos tecnológicos na escola

É evidente a insatisfação dos alunos em relação a aulas ditas "tradicionais", ou seja, aulas expositivas nas quais são utilizados apenas o quadro-negro e o giz. O aprender por aprender já não existe: hoje, os alunos precisam saber para que e por que precisam saber determinado assunto. Essa é a típica aprendizagem utilitária, isto é, só aprendo se for útil, necessário para entrar no mercado de trabalho, visando ao retorno financeiro. A internet invade nossos lares com todas as suas cores, seus movimentos e sua velocidade, fazendo o impossível tornar-se palpável, como navegar pelo corpo humano e visualizar a Terra do espaço sem sair do lugar. É difícil, portanto, prender a atenção do aluno em aulas feitas do conjunto lousa + professor.


Então, por que fazer o mesmo quando se pode fazer diferente? Uma vez que os alunos gostam tanto de aulas que utilizam a tecnologia, por que não aproveitar essa oportunidade e usá-la a seu favor? A aula pode entusiasmar os alunos de maneira ao menos parecida com que são excitados pelos jogos e filmes de alta qualidade em efeitos especiais. 



A escola precisa modernizar-se a fim de acompanhar o ritmo da sociedade e não se tornar uma instituição fora de moda, ultrapassada e desinteressante. Embora lentamente, ela está fazendo isso. Saber que o aluno aprende com o que lhe prende a atenção todos sabem. A questão é: estão os professores, as escolas e os sistemas de ensino preparados para tal mudança?


Aulas modernizadas pelo uso de recursos tecnológicos têm vida longa e podem ser adaptadas para vários tipos de alunos, para diferentes faixas etárias e diversos níveis de aprendizado. O trabalho acaba tendo um retorno muito mais eficaz. É importante, no entanto, que haja não apenas uma revolução tecnológica nas escolas. É necessária a revolução na capacitação docente, pois a tecnologia é algo ainda a ser desmistificado para a maioria dos professores.


Existe uma infinidade de programas disponíveis para montagem de exibições de slides, de atividades interativas e jogos; porém, alguns professores não sabem como utilizá-los. Utilizar o computador em sala de aula é o menor dos desafios do professor: utilizar o computador de forma a tornar a aula mais envolvente, interativa, criativa e inteligente é que parece realmente preocupante. 


O simples fato de transferir a tarefa do quadro-negro para o computador não muda uma aula. É fundamental que a metodologia utilizada seja pensada em conjunto com os recursos tecnológicos que a modernidade oferece. O filme, a lousa interativa, o computador, etc., perdem a validade se não se mantiver o objetivo principal: a aprendizagem.