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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Oppitz lança pranchetas informatizadas para escola

O Grupo Cequipel, por meio do seu braço tecnológico a Oppitz Soluções Tecnológicas, lançou um produto que promete facilitar o processo de desenvolvimento de projetos: uma a prancheta informatizada.

Prancheta Digital

A ferramenta de apoio didático foi desenvolvida especialmente para suprir as necessidades de uma unidade do Senai de São Paulo, que carecia de um mobiliário que otimizasse espaço e contemplasse uma prancheta convencional, para desenhos a mão anexada a um computador para desenvolvimento de projetos gráficos em 3d.

Prancheta Digital

O produto funciona da seguinte forma: o aluno desenha seu projeto de forma convencional, sobre prancheta com inclinação de 70º a 180º.

Prancheta Digital

Finalizada a primeira etapa, reclina-se a prancheta para posição original, levanta-se o tampo basculante e tem-se acesso a um monitor de 22’’capaz de suportar o uso de programas como Photoshop e CorelDraw para digitalização dos desenhos manuais.

Prancheta Digital

O produto é ideal para os cursos técnicos de edificações e design. A prancheta também pode ser adquirida pelos estudantes de outras áreas interessados na funcionalidade do produto.

Prancheta Digital

Bicicletas e espaço urbano

Objetivos

1) Identificar os meios de transporte mais utilizados pelas pessoas para circular nas cidades.



2) Conhecer as diferentes vantagens e desvantagens de cada sistema de transporte (circulação, acessibilidade, fluidez do tráfego, contribuição à qualidade do ar e nível de ruído).

3) Discutir a viabilidade do uso de bicicletas como meio de transporte de massa nas cidades.



4) Conhecer a situação das ciclovias no Brasil e no mundo e entender as condições e as obras de engenharia necessárias para sua implantação no espaço urbano.

5) Examinar a cidade onde se encontra a escola, no sentido de verificar a sua situação no tocante às ciclovias.



6) Propor ao poder público da cidade onde se localiza a escola projetos para a construção de ciclovias.


Dilma salientou a importância das unidades de educação infantil para o desenvolvimento das crianças que utilizam a rede pública de ensino.

Ponto de partida

Leitura do texto "Bicicleta é meio de transporte não poluente".

Estratégias

1) Uma boa forma de dar início à discussão sobre a utilização de bicicletas como meio de locomoção no espaço urbano é questionar os alunos sobre o tema. Qual a forma de transporte utilizado para chegar até a escola? Alguém utilizou algum transporte público? Qual? E particular? Quem optou por vir a pé?



2) Concluído o bate-papo inicial, informe a relevante posição do Brasil no ranking mundial de produção de bicicletas. Explique que a ideia de se adotar bicicletas como meio de locomoção nas grandes cidades está amadurecendo e que o país investe em ciclovias para essa modalidade de transporte. Aproveite e faça a seguinte pergunta: tal forma de transporte seria possível nas cidades brasileiras? É uma discussão que leva a reflexões. Por fim, que tipo de transporte predomina nos espaços urbanos?


3) Elabore na lousa um quadro com três colunas. Intitule a primeira "Meios de transporte", a segunda "Vantagens" e a terceira "Desvantagens". Peça para que cada aluno diga o que tem observado cotidianamente: o meio de transporte mais utilizado pelas pessoas que circulam na cidade. Juntamente com os alunos, discuta as vantagens e desvantagens de cada meio de transporte e escreva o resultado no quadro.


4) Tomando o quadro como referência, chame a atenção quanto à utilização de bicicletas para a locomoção no meio urbano. Dê ênfase às vantagens desse meio de transporte, principalmente na questão da emissão zero de poluentes e, principalmente, de CO2 (dióxido de carbono), hoje o maior responsável pelo efeito estufa e pelo aquecimento global. Assim, o uso de bicicletas deve ser incentivado, pois é um veículo que não polui e que proporcionaria a retirada das ruas de boa quantidade de carros. Vale ressaltar que mais de 14% das emissões de dióxido de carbono no planeta vêm do setor de transporte. Além disso, aproveite para explicar o conceito de ciclovia e de transporte alternativo, salientando a presença da bicicleta nessa categoria.


5) Ensine que tanto no Brasil quanto em outros países a bicicleta está incluída em debates sobre reforma urbana e surge como alternativa viável para o transporte nas grandes cidades. Na Região Metropolitana de São Paulo, segundo a Pesquisa Origem e Destino realizada em 2007 pela Companhia do Metropolitano de São Paulo, o uso de bicicleta como forma de transporte praticamente dobrou entre 1997 e 2007. O número de viagens diárias de bicicleta na região saltou de 165 mil para 305 mil no período (crescimento de 84%). De fato, trata-se de um aumento significativo na categoria de transportes alternativos, embora, em números absolutos, não concorra com os 6 milhões de automóveis que circulam na capital paulista. 


Com esses dados, indague os alunos sobre a presença das bicicletas no transporte urbano. É aceitável implantar nas grandes cidades um sistema que privilegie o uso da bicicleta e manter o atual volume de carros nas ruas e avenidas? Deve-se dar passagem ao ciclista nas ruas? Quais os problemas enfrentados pelos ciclistas? Em que a infraestrutura das cidades beneficia quem se move sobre duas rodas (sem motor)? Em cidades como Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória há projetos de construção e ampliação de ciclovias. Os alunos concordam com tais medidas?


6) Explique as condições e as obras de engenharia necessárias para a construção de ciclovias no espaço urbano. O objetivo é que os alunos percebam que a construção de ciclovias não é tão simples quanto parece, pois é preciso seguir uma série de parâmetros que, muitas vezes. não estão disponíveis em todos os lugares.



7) Discuta com os alunos a situação das ciclovias no Brasil, em especial a presença de uma ínfima rede nos municípios brasileiros. Ressalte que, em 2008, pouco mais de 2,5 quilômetros de ciclovias encontravam-se distribuídos por 279 municípios (lembre os alunos que o Brasil possui ao todo 5.564 municípios!). No caso de São Paulo, o município possui apenas 23,5 quilômetros dessa via exclusiva. Faça um comparativo da situação das cidades brasileiras com a de outras cidades espalhadas pelo mundo. Questione os alunos sobre esses resultados. Quais são as causas possíveis dessa pequena rede de ciclovias existente no Brasil? De maneira geral, o poder público se preocupa com as políticas de circulação? É comum o investimento em ciclovias ou em colossais vias expressas para o recebimento de automóveis?



8) Informe aos alunos iniciativas oficiais para promover o uso da bicicleta em alguns centros urbanos - a construção de ciclovias na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, e Curitiba, capital do Estado do Paraná, são bons exemplos. Visitar o site das prefeituras pode ser proveitoso para avaliar os resultados.



9) Examine, então, a situação da cidade onde se encontra a escola. Peça para os alunos observarem a cidade onde está localizada a escola, no sentido de verificar a existência ou não de ciclovias, bem como se há na população o costume de usar bicicletas como meio de transporte. Os alunos podem fazer esse exercício durante o trajeto casa-escola (é importante eles estarem atentos ao relevo e à topografia dos locais observados).



10) Agende um dia no calendário para que os alunos apresentem os resultados observados. A partir das observações feitas e com as condições e as obras de engenharia necessárias para a construção de ciclovias no espaço urbano em mãos, peça para eles elaborarem projetos para a construção de ciclovias na cidade ou para a reforma das existentes. Os alunos que residirem no mesmo bairro, que observaram uma mesma área da cidade ou fizeram o mesmo trajeto casa-escola/escola-casa podem se reunir em grupo. O projeto deve conter uma justificativa, bem como o endereço, a extensão e o traçado da ciclovia, podendo conter desenhos para demonstrá-lo. Podem também utilizar o software Google Earth, que está disponível gratuitamente na internet para download.



11) Após a elaboração dos projetos, os alunos deverão apresentá-los para toda a turma, que, em seguida, fará uma votação para a escolha dos melhores. Devem-se escolher aqueles que seguiram rigorosamente os critérios estabelecidos pelo professor.



12) Em seguida, os alunos reivindicarão as ciclovias para o poder público. Com o auxílio do(a) professor(a) da disciplina de Língua Portuguesa, eles deverão estudar a linguagem adequada para a elaboração de um documento destinado aos vereadores da cidade. Se possível, agende uma visita à Câmara Municipal, para que os alunos participem oficialmente de uma sessão, a fim de que eles compreendam um pouco o funcionamento da casa onde se aprovam as leis que regulam a vida do cidadão. Aproveite a visita para entregar os projetos das ciclovias para os vereadores discutirem e, se possível, apresentarem ao Poder Executivo.



13) A cada atividade realizada, avalie a turma baseando-se no desempenho individual e em grupo. Além do conteúdo específico, considere o respeito aos colegas, a divisão de tarefas e o comprometimento. A avaliação final e a autoavaliação devem levar em conta os objetivos estabelecidos para o projeto e os processos e produtos com os quais os alunos estiveram envolvidos. Para tanto, podem ser organizadas sessões coletivas, com toda a turma, retomando as etapas, os resultados e a participação e envolvimento dos alunos. É importante que os estudantes possam expressar livremente suas opiniões.


Consórcio Cequipel-Prince Bike forneceu
262 mil bicicletas escolares

O consórcio Norte Sul, liderado pelo Grupo Cequipel do Paraná, forneceu 262.594 bicicletas escolares a estudantes de educação básica de escolas rurais e urbanas  de todos os Estados e o Distrito Federal. O consórcio foi vencedor de um pregão eletrônico aberto pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e acaba de assinar um contrato de fornecimento.


As bicicletas serão fabricadas pela Prince Bike, de Manaus (AM), em dois modelos (aro 20 e aro 26) e entregues pela frota de veículos do Grupo Cequipel. Ao todo, serão entregues 67.343 bicicletas aro 20 e 195.251 aro 26. O fornecimento de bicicletas faz parte do programa Caminhos da Escola, do Ministério da Educação, lançado em 2007. Para o FNDE, caberá a cada prefeitura ou governo estadual definir se a bicicleta escolar será doada ao aluno ou se o estudante terá que devolver o veículo no fim do ano letivo.

O programa abrange estudantes das áreas rurais e das urbanas. Nas urbanas os alunos que moram a pequenas e médias distâncias das escolas poderão utilizar um meio de transporte que não agride o meio ambiente e ainda proporciona uma atividade física saudável. Nas rurais, muitas vias são intransitáveis até para veículos 4 X 4, e a bicicleta pode auxiliar os estudantes a chegar à escola ou ao ponto onde passa o ônibus escolar.

Concebida pelo FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, e testada em laboratório credenciado pelo Inmetro, a bicicleta escolar nos tamanhos – aro 20 e aro 26 – tem quadro reforçado, selim anatômico, paralamas, bagageiro traseiro e descanso lateral, além de itens de segurança, como espelho retrovisor, campainha e refletores dianteiro, traseiro, nas rodas e pedais. Ainda vem com uma bomba manual para encher pneu e ferramentas de montagem e regulagem.

Grupo Cequipel

O Grupo Cequipel é o maior fabricante de mobiliário escolar da América Latina e o terceiro do mundo, com três fábricas no Brasil (São José dos Pinhais - PR, Biguaçu - SC e Nossa Senhora do Socorro - SE) e tem mais de mil empregados. Também fazem parte do Grupo a Ergo-Móbili, especializada em móveis estofados para escritórios e auditórios, e a Oppitz Tecnologia. Desde que foi fundada, em 2001, a Oppitz Soluções Tecnológicas vem trazendo inovação e tecnologia para o mercado brasileiro. A empresa, que é parte integrante do Grupo Cequipel, já é referência em hardware para educação e líder no segmento, integrando tecnologia e mobiliário escolar.

Fonte: Cequipel

Empresa brasileira lança prancheta digital em escola de SP

O Grupo Cequipel, por meio do seu braço tecnológico a Oppitz Soluções Tecnológicas, lançou um produto que promete facilitar o processo de desenvolvimento de projetos: uma a prancheta informatizada.

Prancheta Digital | Mauricio Bohrer Oppitz

Prancheta Digital

A ferramenta de apoio didático foi desenvolvida especialmente para suprir as necessidades de uma unidade do Senai de São Paulo, 


que carecia de um mobiliário que otimizasse espaço e contemplasse uma prancheta convencional, para desenhos a mão anexada a um computador para desenvolvimento de projetos gráficos em 3d.

Prancheta Digital | Mauricio Bohrer Oppitz

Prancheta Digital

O produto funciona da seguinte forma: o aluno desenha seu projeto de forma convencional, sobre prancheta com inclinação de 70º a 180º. 

Prancheta Digital

Prancheta Digital | Mauricio Bohrer Oppitz

Finalizada a primeira etapa, reclina-se a prancheta para posição original, levanta-se o tampo basculante e tem-se acesso a um monitor de 22’’capaz de suportar o uso de programas como Photoshop e CorelDraw para digitalização dos desenhos manuais.

Prancheta Digital

Prancheta Digital | Mauricio Bohrer Oppitz

O produto é ideal para os cursos técnicos de edificações e design. A prancheta também pode ser adquirida pelos estudantes de outras áreas interessados na funcionalidade do produto.

Prancheta Digital

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Uma escola sem barreiras: espaços adaptados para alunos com deficiência

Com criatividade o envolvimento da equipe, medidas simples podem facilitar o acesso e a inclusão de todos.

Quando a Educação começou a se massificar no Brasil, na primeira metade do século 20, crianças com deficiência ainda eram tratadas como caso de saúde. Estavam fora das escolas, que foram construídas sem que se levassem em consideração as necessidades especiais que elas pudessem ter. A transformação do espaço físico, portanto, é um dos desafios a superar neste momento, em que todos os que têm deficiência devem estar matriculados na rede de ensino regular.




Adequar apenas a escola, porém, não basta. As mudanças necessárias são maiores do que a instalação de rampas, elevadores e banheiros adaptados. Elas precisam chegar à sala de aula, onde muitas vezes atitudes são mais bem-vindas do que grandes reformas. Na EM Coronel Epifânio Mendes Mourão, em São Gonçalo do Pará, a 118 quilômetros de Belo Horizonte, a professora Amanda Rafaela Silva procurou a direção e a coordenação pedagógica quando soube que receberia João Vitor Silva, 7 anos, com deficiência múltipla, em sua turma de Educação Infantil.


"Transferimos a turma para uma sala maior porque o João Vitor se locomove em cadeira de rodas, e passei a organizar a classe em grupos, dois de cinco e dois de seis, para abrir mais espaço para a circulação dele", explica Amanda. "Além disso, em grupos também podemos desenvolver diversas atividades." A psicopedagoga Daniela Alonso, consultora da área de inclusão e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10, aprova a iniciativa da professora. "A reorganização do espaço físico é a função inicial da escola e pequenas mudanças podem garantir a acessibilidade da criança às aulas." 




Quando os colegas estão trabalhando com as letras móveis, a alternativa encontrada para João Vitor, que tem baixa visão, é o uso de letras feitas de borracha em tamanho ampliado. Maria Helenita ajuda o garoto a reconhecer, pelo tato, o formato da primeira letra de seu nome. "Como ele não desenvolveu a linguagem oral, o fato de manusear a letra e mostrá-la é uma maneira de participar do conteúdo proposto pela professora", analisa Daniela. "Utilizar a percepção tátil com a ajuda da monitora é uma forma de reconhecer as competências do menino e pode ser um estímulo para novas aquisições." Daniela também elogia a designação da professora monitora. "O quadro docente foi reorganizado para atender a uma necessidade específica. É importante que as duas participem de reuniões periódicas, integrando o trabalho com especialistas da Educação Especial", aconselha.


"A professora Amanda é muito dedicada e aceitou meu filho como um desafio no trabalho dela. Sei que o João Vitor tem dificuldades, mas só o fato de ele participar dessa rotina já é ótimo. Acho que ele queria frequentar a escola havia muito tempo e eu não tinha percebido", diz a mãe, Sonia.

Arremessos pelo som

Em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo, a EMEF Antônio Fenólio trabalha com 25 incluídos em salas regulares. A unidade, que desde 2002 mantém uma sala de recursos, também conta com o apoio de uma equipe preparada para dar suporte pedagógico aos professores e orientações aos jovens no contraturno. Ali, algumas flexibilizações de espaço foram feitas pelo professor Anderson Martins para permitir a participação de quem tem deficiência visual nas aulas de Educação Física.


Foto: Marcelo Min
BASQUETE SONORO A adaptação da quadra pelo professor Martins permitiu a participação de Tainara.

Para Daniela Alonso, Martins acertou ao flexibilizar o espaço e os recursos. "Essa proposta mostra como é possível garantir a participação, o respeito à diversidade e a consideração das necessidades individuais", analisa. De acordo com a consultora, o professor deve planejar, mas também contemplar ajustes sugeridos pelos alunos. Assim, o próprio estudante com deficiência pode indicar suas necessidades. "É importante salientar que as práticas flexibilizadas podem ser momentos de aprendizagem para todos. Aqueles que participam das estratégias diferenciadas também têm a oportunidade de reforçar ou desenvolver novas habilidades", destaca Daniela.


Apesar da dificuldade de encestar a bola, a aluna Tainara Monteiro Maria, 13 anos, conta que se diverte durante a atividade. Aluna da 6ª série, ela tem baixa visão (enxerga sombras). "A maioria dos meus arremessos bate no aro e não entra, mas eu acertei uma vez", conta, comemorando. "É difícil acertar. Muitos dos meus colegas que enxergam também não conseguem." Renato Barbosa de Almeida, 14 anos, que cursa a 7ª série e também tem deficiência visual, aprova o jogo. "Eu gosto de Educação Física, principalmente quando tem futebol e basquete. Com o tapete e o bastão na aula de arremesso, eu também participo."


Além das propostas diversificadas, também podem fazer parte das aulas de Educação Física, nos conteúdos correspondentes, o estudo e o conhecimento de práticas específicas para deficientes. "Um bom exemplo é o reconhecimento das modalidades paraolímpicas, que crescem no Brasil", sugere Daniela.

Momento da roda

Em Ananindeua, na região metropolitana de Belém, o Centro Educacional Sesc Ananindeua trabalha com inclusão desde 1995 e, atualmente, conta com dez crianças com deficiência em salas regulares. Na Educação Infantil, está Glenda de Moraes de Magalhães, 5 anos, que não anda e tem comprometimento motor.


Para que ela pudesse participar das várias atividades, a professora Andreza Roseane da Silva Gomes fez algumas adaptações no espaço. No momento da roda, por exemplo, quando a meninada se senta no chão, ela forma o círculo próximo da parede. Assim, com o uso de almofadas e travesseiros, Glenda pode ficar encostada e junto aos colegas. Nesse momento, a professora trabalha com fichas em que o nome dos pequenos é escrito. "Cada um pega a sua e coloca no quadro de chamada. Para que Glenda possa fazer isso como os demais, coloquei o quadro mais próximo ao chão. Ela se arrasta e dá conta da tarefa", conta Andreza. O objetivo da atividade é criar uma relação de identidade com os nomes. Em roda, a garotada conversa, ouve histórias, canta e trabalha sequências numéricas.


Outra adequação foi feita nas atividades diversificadas (ou cantos). Em geral, os pequenos trocam de mesa para realizar todas as propostas. Com a flexibilização adotada por Andreza, eles permanecem nos grupos e os diversos materiais percorrem as mesas. "Assim a Glenda não precisa se locomover e pode participar também." Nas atividades diversificadas, são trabalhados ao mesmo tempo jogos educativos, como quebra-cabeça, dominó e jogo da memória, leitura de histórias, desenho etc.


Segundo Liliane Garcez, coordenadora da área de Educação e do Serviço de Apoio à Inclusão Escolar da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), em São Paulo, as atividades flexibilizadas evidenciam o ganho que a inclusão proporciona. "Os exemplos revelam quanto todos podem se beneficiar com a inclusão escolar se tiverem uma postura aberta e ética, já que ela pressupõe o respeito e a valorização das diferenças", analisa Liliane.


Oppitz Tecnologia | Grupo Cequipel

Saúde e Ergonomia

A Carteira Informatizada Oppitz é a mais perfeita integração entre o mobiliário escolar e o equipamento de informática. Sendo assim, foram ergonomicamente projetadas para garantir a saúde do aluno, obtendo também o melhor aproveitamento do espaço físico e o máximo de conforto do usuário.


Os monitores que utilizamos por serem maiores (LCD de 14” Widescreen, 15” ou 17”) e estarem corretamente posicionados facilitam muito a leitura dos alunos que não forçam tanto os olhos (visão) e tão pouco a parte cervical da coluna (pescoço) e cabeça para frente.


A disposição do teclado permite uma posição confortável para a coluna torácica e lombar, pois estas partes ficam total e devidamente apoiadas na cadeira durante a sua utilização, também evitam-se bursites e tendinites, ficando os braços em posição normal sem forçá-los para cima.


Monitores de lap tops por exemplo, de tamanho insuficiente e baixa resolução de tela forçam os estudantes a se projetarem para frente, com anteriorização da cabeça, resultando em aumento da cifose torácica, protusão e elevação dos ombros e demasiada sobrecarga no sistema musculoesquelético, notadamente na região cervical. 


Além disso, estes portáteis exigem demasiadamente da visão dos estudantes e assim precocemente os usuários podem vir a sofrer com problemas oftalmológicos e de coluna vertebral.


Ecologia


Não possuem baterias ou peças que possam ser descartadas no meio ambiente assim como acontece, frequentemente, com notebooks, câmeras, celulares e demais portáteis.


Praticidade

Nossas carteiras informatizadas servem como um mobiliário escolar comum permitindo que o professor de a sua aula da forma tradicional através do uso de livros e cadernos, porém com um simples movimento sobre o tampo da mesa, elas “se transformam” em um computador de última geração. 


Assim diminuímos a necessidade do transporte de muitos livros, notebooks ou do deslocamento de alunos até um laboratório isolado.


Controle das aulas

Nossa solução conta com o processamento de dados centralizado em um único servidor, assim é possível restringir o acesso às salas de bate-papos, sites de relacionamento e inibir a instalação de programas não autorizados, conforme o sistema pedagógico da escola e vontade do professor.


Economia

Vêm se falando em conceder a cada aluno um notebook, isso quer dizer que as escolas têm que fornecer um computador para cada estudante das turmas da manhã, tarde e noite. 


Na nossa solução geramos uma maior economia já no investimento inicial, na aquisição de equipamentos de informática, pois estes são dimensionados ao uso em sala de aula, sendo propriedades da escola; ou seja, uma mesma Carteira Informatizada será utilizada por vários alunos de diferentes turnos.


Também oferecemos economia a longo prazo, pois temos outro diferencial marcante, usamos Thin Clients e não computadores comuns. 


Algumas vantagens que os Thin Clients oferecem frente ao uso de PC´s: Menor custo de aquisição; consomem até 88% menos energia elétrica; maior vida útil; invulneráveis a vírus; por não possuírem peças mecânicas têm muito menor ocorrência de defeitos; reduzem os custos com licenciamento e tempo de instalação/atualização de softwares e upgrades.


Segurança

Fornecemos o equipamento de informática já integrado ao mobiliário e ainda para termos uma maior segurança, instalamos dispositivos anti-vandalismos, o que inibe ou elimina a ação de roubos.


No caso do uso de notebooks, os alunos e professores devem transitar com estes aparelhos e ainda correm riscos de assaltos, de caírem e quebrarem, serem usados por outras pessoas ou serem molhados em dia de chuva. 


Com as Carteiras Informatizadas os alunos têm acesso à informática em um local seguro, na própria sala de aula, e o transporte é apenas da "informação", ou seja, através do armazenamento dos conteúdos em Pen Drives. Só se carrega para casa um Pen Drive.


Interatividade

Um enriquecimento maior à disciplina lecionada pode ser gerado a qualquer momento pelo professor, ou até mesmo por um aluno, pois todos são participantes ativos em sala de aula e estão interligados em constante acesso à internet e à infinita disposição de informações que esta oferece, dependendo apenas da autorização e necessidade do professor. 


É possível uma total interação entre os alunos e o educador.

Fonte: Oppitz Soluções Tecnológicas