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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Tecnologia: Postura Ergonômica

Novo dispositivo vibra quando sua postura está errada, visando à sua melhora e à prevenção de dores nas costas.


A nova invenção traz como objetivo melhorar a postura por meio de uma pequena vibração quando as pessoas ficarem em uma posição postural errada, o que pode ajudar a prevenir dores na região da coluna.

Ergonomia

“UpRight” é um dispositivo que é grudado na parte inferior das costas com um adesivo hipoalergênico (que não provoca alergia) suave. Os vários sensores do dispositivo vibram quando sua postura começa a piorar. Ele foi projetado para combater a "epidemia da postura ruim" - um fenômeno causado pelo grande número de horas que passamos sentados de qualquer jeito na frente dos computadores.


Má postura não só causa dor nas costas, mas tem efeitos negativos sobre a respiração, a função dos órgãos internos e até mesmo na sua produtividade. Ao fornecer lembretes com vibrações suaves para sentar-se ereto, espera-se que isso possa ser um estímulo diário da importância de uma coluna reta. 


Ele pode até mesmo se conectar a um aplicativo móvel especial, que tem um programa de treinamento individual desenvolvido por especialistas. Os usuários podem ver metas diárias, recebem análises de postura ou estatísticas. O programa pode também ajudar os usuários a dominarem a sua postura sem o dispositivo depois de apenas algumas semanas.

O criador e fundador do dispositivo, Oded Cohen, disse: "A ideia para o UpRight veio de muitos anos atrás, quando eu queria ajudar minha mãe com seu hábito de curvar equivocadamente a coluna. Infelizmente, eu demorei muito tempo. No ano passado, minha mãe começou a sofrer de dores nas costas e agora precisa de ajuda de medicamentos", disse Oded.


UpRight tem uma bateria de quatro dias, uma porta USB para carregar e bluetooth embutido. O seu design inteligente de silicone pesa apenas 30 gramas e mede apenas 10 centímetros de comprimento. O valor é estimado em pouco mais de R$ 300 e está previsto para ser lançado no mercado em julho de 2015.

Fonte: R7 | Jornal Ciência por Priscila Nayade


Ergonomia no trabalho
Importante para evitar desgastes e acidentes

A ergonomia é fator determinante para evitar desgastes e acidentes de trabalho. No entanto, não é apenas este ambiente que deve ser observado. As escolas também devem receber atenção para que estejam dentro dos padrões ergonômicos e não causem danos físicos aos seus alunos.


Leia matéria completa e descubra as regras básicas da ergonomia.

Fonte: Cequipel

10 Razões Pelas Quais Aparelhos Móveis
Devem Ser Proibidos Para Crianças Menores de 12 Anos

A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria afirmam que crianças de 0 a 2 anos não devem ter nenhuma exposição à tecnologia, crianças de 3 a 5 anos devem ser limitadas à uma hora de exposição por dia e crianças e adolescentes de 6 a 18 anos devem ser restritas a duas horas por dia (AAP 2001/13, CPS 2010). 


Crianças e jovens usam de quatro a cinco vezes a quantidade de tecnologia recomendada, provocando consequências graves e, em muitos casos, colocando suas vidas em risco (Fundação Kaiser 2010, Active Healthy Kids Canada 2012). Aparelhos eletrônicos móveis (telefones celulares, tablets, jogos eletrônicos) aumentaram muito o acesso e uso de tecnologia, especialmente por crianças muito pequenas (Common Sense Media, 2013). Como terapeuta ocupacional pediátrica, convoco pais, professores e governos a proibir o uso de todos os mobiles para crianças com menos de 12 anos. Seguem dez razões, todas apoiadas em pesquisas, para justificar essa proibição. Para ter acesso às pesquisas com referências, procure o Zone'in Fact Sheet no site zonein.ca.


1. Crescimento cerebral acelerado
Entre 0 e 2 anos de idade, o cérebro da criança triplica de tamanho, e ele continua em estado de desenvolvimento acelerado até os 21 anos de idade (Christakis 2011). O desenvolvimento cerebral infantil é determinado pelos estímulos do ambiente ou a ausência deles. Já foi comprovado que o estímulo a um cérebro em desenvolvimento causado por superexposição a tecnologias (celulares, internet, iPad, TV) é associado ao déficit de funcionamento executivo e atenção, atrasos cognitivos, prejuízo da aprendizagem, aumento da impulsividade e diminuição da capacidade de se autorregular, por exemplo, acessos de raiva (Small 2008, Pagini 2010).


2. Atraso no desenvolvimento
O uso de tecnologia restringe os movimentos, o que pode resultar em atraso no desenvolvimento. Hoje uma em cada três crianças ingressa na escola com atraso no desenvolvimento, o que provoca impacto negativo sobre a alfabetização e o aproveitamento escolar (HELP EDI Maps 2013). A movimentação reforça a capacidade de atenção e aprendizado (Ratey 2008). O uso de tecnologia por menores de 12 anos é prejudicial ao desenvolvimento e aprendizado infantis (Rowan 2010).

3. Obesidade epidêmica
Existe uma correlação entre o uso de televisão e videogames e o aumento da obesidade (Tremblay 2005). Crianças às quais se permite que usem um aparelho digital no quarto têm incidência 30% mais alta de obesidade (Feng 2011). Uma em cada quatro crianças canadenses e uma em cada três crianças americanas são obesas (Tremblay 2011). 30% das crianças com obesidade vão desenvolver diabetes, e os obesos correm risco maior de AVC e ataque cardíaco precoce, resultando em grave redução da expectativa de vida (Centro de Controle e Prevenção de Doenças, 2010). Em grande medida devido à obesidade, as crianças do século 21 talvez formem a primeira geração da qual muitos integrantes não terão vida mais longa que seus pais (Professor Andrew Prentice, BBC News 2002).

4. Privação de sono
60% dos pais não supervisionam o uso que seus filhos fazem de tecnologia, e 75% das crianças são autorizadas a usar tecnologia no quarto de dormir (Fundação Kaiser 2010). 75% das crianças de 9 e 10 anos têm déficit de sono em grau tão alto que suas notas escolares sofrem impacto negativo (Boston College 2012).

5. Doença mental 
O uso excessivo de tecnologia é um dos fatores responsáveis pelas incidências crescentes de depressão infantil, ansiedade, transtorno do apego, déficit de atenção, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento infantil problemático (Bristol University 2010, Mentzoni 2011, Shin 2011, Liberatore 2011, Robinson 2008). Uma em cada seis crianças canadenses tem uma doença mental diagnosticada, e muitas tomam medicação psicotrópica que apresenta riscos (Waddell 2007).

6. Agressividade 
Conteúdos de mídia violentos podem causar agressividade infantil (Anderson, 2007). A mídia de hoje expõe as crianças pequenas cada vez mais violência física e sexual. O game "Grand Theft Auto V" retrata sexo explícito, assassinato, estupros, tortura e mutilação; muitos filmes e programas de TV fazem o mesmo. Os EUA classificaram a violência na mídia como Risco à Saúde Pública, devido a seu impacto causal sobre a agressividade infantil (Huesmann 2007). A mídia informao uso crescente de restrições físicas e salas de isolamento para crianças que exibem agressividade descontrolada.

7. Demência digital
O conteúdo de mídia que passa em alta velocidade pode contribuir para o déficit de atenção e também para a redução de concentração e memória, devido ao fato de o cérebro "podar" os caminhos neurais até o córtex frontal (Christakis 2004, Small 2008). Crianças que não conseguem prestar atenção não conseguem aprender.

8. Criação de dependência
À medida que os pais se apegam mais e mais à tecnologia, eles se desapegam de seus filhos. Na ausência de apego parental, as crianças podem apegar-se aos aparelhos digitais, e isso pode resultar em dependência (Rowan 2010). Uma em cada 11 crianças e jovens de 8 a 18 anos é viciada em tecnologia (Gentile 2009).

9. Emissão de radiação
Em maio de 2011 a Organização Mundial de Saúde classificou os telefones celulares (e outros aparelhos sem fios) como risco de categoria 2B (possivelmente carcinogênico), devido à emissão de radiação (OMS 2011). Em outubro de 2011, James McNamee, da Health Canada, lançou um aviso cautelar dizendo: "As crianças são mais sensíveis que os adultos a uma série de agentes, porque seus cérebros e sistemas imunológicos ainda estão em desenvolvimento." (Globe and Mail 2011). Em dezembro de 2013 o Dr. Anthony Miller, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Toronto, recomendou que, com base em pesquisas novas, a exposição a frequências de rádio seja reclassificada como risco de categoria 2A (provavelmente carcinogênico), não 2B (possivelmente carcinogênico). A Academia Americana de Pediatria pediu uma revisão das emissões de radiação de campo eletromagnético de aparelhos de tecnologia, citando três razões relativas ao impacto sobre as crianças (AAP 2013).

10. Insustentável
O modo em que as crianças são criadas e educadas com a tecnologia deixou de ser sustentável (Rowan 2010). As crianças são nosso futuro, mas não há futuro para crianças que fazem uso excessivo de tecnologia. É necessária e urgente uma abordagem de equipe para reduzir o uso de tecnologia pelas crianças.


As Diretrizes de Uso de Tecnologia para crianças e adolescentes, vistas abaixo, foram desenvolvidas por Cris Rowan, terapeuta ocupacional pediátrica e autora de Virtual Child; o Dr. Andrew Doan, neurocientista e autor de Hooked on Games; e a Dra. Hilarie Cash, diretora do Programa reSTART de Recuperação da Dependência da Internet e autora de Video Games and Your Kids, com contribuições da Academia Americana de Pediatria e da Sociedade Pediátrica Canadense, no intuito de assegurar um futuro sustentável para todas as crianças.

Tabela Crianças



Fonte: Info Exame | Notícias 

Inovação
Prancheta Informatizada

O Grupo Cequipel, por meio do seu braço tecnológico a Oppitz Soluções Tecnológicas, lançou um produto que promete facilitar o processo de desenvolvimento de projetos: desenvolve primeira prancheta informatizada do mundo!

Prancheta Informatizada

O novo produto tecnológico une função 2 em 1: fechada é prancheta de desenho com quatro níveis de inclinação e aberta é computador de alto desemprenho para produção de projetos gráficos.

Prancheta Informatizada

Inovação e tecnologia de ponta para os processos didáticos. Genial, não é mesmo?

Fonte: Cequipel

terça-feira, 11 de março de 2014

Cadeira de roda movida pela força da mente

Três jovens engenheiros da Escola Politécnica da USP tiveram o privilégio de representar o país do outro lado do mundo. Com o protótipo de uma cadeira de rodas movida com a força da mente, eles participaram da Copa Intel de Sistemas Embarcados. Em 10 anos de competição, esta foi a primeira vez que um time de brasileiros participou do evento realizado anualmente na China.


Os participantes do concurso receberam uma placa totalmente customizável com o novo chipset da Intel, que traz o processador Atom, e também um dispositivo semicondutor utilizado para o processamento de informações digitais em sistemas embarcados.


Funciona assim: o medidor de atividade cerebral capta as informações do usuário da cadeira; esses dados são processados e, a partir daí, os pulsos elétricos do cérebro controlam os movimentos. Ainda que o protótipo não esteja em pleno funcionamento, a ideia serviu para que eles recebessem o convite inédito dos chineses.

Fonte: Olhar Digital

Cequipel lança carteira informatizada
para pessoas com deficiência

O Grupo Cequipel está lançando no mercado brasileiro a carteira informatizada Desk One PNE para pessoas com deficiência. Com sede em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, a Cequipel é o maior fabricante de mobiliário escolar da América Latina, além de ser apontada como uma das empresas mais inovadoras do Brasil em tecnologia para educação.


O novo produto é uma carteira convencional que, quando fechada e com o tampo basculante aberto, torna-se um computador com design e tecnologia de ponta. Um dos opcionais é o teclado com colmeia, que tem uma placa de acrílico com perfurações correspondentes a cada tecla, para evitar que o usuário portador de deficiência motora pressione teclas indesejadas. 


As carteiras possibilitam a fácil acomodação de cadeirantes, pessoas com paralisia cerebral ou dificuldade locomotora. Sua estrutura conta com um minicomputador com monitor widescreen, mouse e teclados acoplados, além de chave com segredo, quatro níveis de altura e regulagem de ângulo, como nos notebooks.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Influência do peso das mochilas escolares sobre as alterações posturais em crianças

Existe uma preocupação crescente dos educadores, profissionais da área saúde, pais, e pessoas relacionadas às legislações, com a dor na coluna vertebral. Isso se tornou um assunto preocupante em relação a crianças na idade escolar devido ao aumento da utilização das mochilas escolares. Uma enquete com 101 ortopedistas mostra que 70% deles acreditam que a mochila é um problema clínico para as crianças.

Fonte: Thiago Vilela Lemos


A mochila é um acessório utilizado no mundo todo, por todas as faixas etárias, para auxiliar no transporte de alguma coisa. As crianças, na fase escolar, as utilizam para guardar o material que será levado para a sala de aula: livros, cadernos, fichários, estojos e o que mais couber. Cada vez mais coloridas e cheias de estilo, elas são desfiladas pelas crianças geralmente penduradas em um só ombro.

E aí começa o problema. A criança está em fase de desenvolvimento, por isso é muito importante prestar atenção na forma como ela utiliza a mochila. O excesso de peso pode levar a uma postura errada e causar problemas ortopédicos graves que irão acompanhar essa criança até a fase adulta.

Fonte: Revista VEJA - por, Carolina D'Aurea | Fisioterapeuta


A Oppitz Soluções Tecnológicas desenvolve e fabrica carteiras informatizadas com computadores de última geração acoplados ao móvel. Sendo totalmente ergonômica, visa a saúde do estudante, protegendo desde cedo sua coluna vertebral. 

É totalmente econômica, pois dura muito mais que portáteis e serve para os três turnos escolares (manhã, tarde e noite ) não precisando instituições públicas e privadas comprarem três laptops ou tablets para os alunos.

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Tecnologia limpa, ajudando a preservar o planeta, pois ao contrário dos portáteis não usa baterias de lítio que poluem o meio ambiente. Praticidade e Interatividade Total (interligadas entre si e com a Lousa Digital Oppitz). Segurança total ao estudante que não vai correr riscos de carregar objetos de valor nas ruas. 

Além de servir como mesa escolar normal, ficando a critério do educador em sua aula o uso de livros e cadernos ou computador educacional.

Fonte: Maurício Oppitz


Diversos estudos já mostraram que as mochilas escolares podem causar problemas posturais e quadros de dores nos ombros, costas e outras partes do corpo sensíveis a sobrecarga de peso transportado.

Segundo esses estudos a carga máxima que uma criança deveria transportar em sua mochila não deve ultrapassar 10% de seu peso. A conta é simples:

Carga máxima = 100 x (peso da mochila)/(peso da criança)

Se o resultado dessa conta for maior do que 10 isso quer dizer que a criança está transportando um peso excessivo e, provavelmente, terá problemas de saúde como consequência.

Fonte: Professor Digital


Um diferencial dos produtos da empresa paranaense é o fato de serem ergonomicamente corretos. "Todos eles são pensados de forma que o aluno possa sentar-se confortavelmente e em posição adequada, evitando assim problemas de coluna, visão ou lesões. Com as carteiras informatizadas, o aluno não precisa carregar um notebook, o que diminui o peso da mochila e evita a chance de danos ou roubos", conta o diretor comercial do Grupo, Maurício Oppitz.


Além de serem modernas, as carteiras trazem conforto aos portadores de necessidades especiais, pois possibilitam a fácil acomodação de cadeirantes, pessoas com paralisia cerebral ou dificuldade locomotora. Também existem teclados especiais para cegos e entrada para fones de ouvido, o que melhora o aprendizado também das pessoas com deficiência auditiva. 

Entrevista com empresário Maurício Oppitz sobre Lousa Digital e Carteiras Informatizadas Opptiz Tecnologia.


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Carteiras Informatizadas nas Escolas

Smog era, no ano passado, um endereço virtual desestruturante. Nele, os pesquisadores e educadores puderam acompanhar dia a dia as aventuras de um educador brasileiro mergulhado nas pesquisas sobre o uso da Internet no ensino. O autor da página, professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da UFBA, estava em Londres, fazendo o pós-doutorado e colocou na rede todas as suas reflexões, como teria feito o mestre escola francês do anos 20/30, Célestin Freinet, com o diário escolar.


Indicado pela congregação para dirigir a faculdade a partir de janeiro, Pretto (autor de Escola sem/com Futuro, Papyrus) busca na forma com que as crianças lidam com as novas tecnologias as respostas para o dilema da educação frente à informática. 


No ano passado, organizou com crianças a aula inaugural da faculdade e, para sua gestão, elaborou um plano de 12 anos, que integra todos os grupos de pesquisa numa outra perspectiva de educação, centrada nas diferenças e na interação das diferenças. Graduado em Física, com mestrado em Educação e doutorado em Comunicação, Pretto cita seus amigos crianças para indicar o caminho do aprendizado: as pessoas aprendem futucando. Em entrevista ao Jornal do Brasil, ele falou sobre o papel das novas tecnologias e os limites da atual organização da escola: “Nossa função é formar profissionais capazes de mudarem o mercado”.

Fonte: Nelson Pretto

Assista o vídeo com empresário Maurício Oppitz, diretor executivo da Oppitz Soluções Tecnológicas - Grupo Cequipel, em  entrevista na Band - SC, programa " Olhares ".

Clique na imagem para ver o vídeo

Fonte: João Freitas

Programa de Educação Interativa é lançado na 20ª Educar

Os participantes da Feira Internacional de Educação estão tendo acesso, em primeira mão, ao Programa de Educação Interativa – Proedi. A Feira foi escolhida para lançamento do programa de aperfeiçoamento, capacitação, conscientização dos docentes no enriquecimento do processo de ensino-aprendizagem e melhoria na qualidade da Educação.


Desenvolvido pela equipe da VTS BRASIL, empresa de soluções tecnológicas, de Uberlândia (MG), o Proedi é oferecido às instituições de ensino públicas e privadas. “Mais do que oferecer produtos, é necessário criar condições para os docentes utilizarem todos os recursos disponíveis com estas tecnologias. Por isso, desenvolvemos o Proedi para capacitá-los no uso destas ferramentas que os apoiarão diretamente em sala de aula”, define Juarez Pina, diretor comercial da VTS BRASILA

Fonte: Educar Educador 2013

A Oppitz Soluções Tecnológicas, empresa do Grupo Cequipel, referência em tecnologia para educação no mundo, também participou expondo seus produtos na Feira Educar 2013, realizada no Centro de Exposições Imigrantes, na cidade de São Paulo.

Você pode conferir alguns momentos da Oppitz Tecnologia - na Educar 2013 - acessando o vídeo abaixo.


Fonte: Oppitz Tecnologia | Grupo Cequipel

Mobiliário Escolar | FNDE

O Mobiliário escolar é uma ação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) que tem por objetivo renovar e padronizar o mobiliário escolar no país, garantindo qualidade e conforto para estudantes e professores nas salas de aula e contribuindo para a permanência dos alunos nas escolas da rede pública de educação básica.


A ideia central da ação baseia-se na prerrogativa do governo federal de poder realizar um único processo de compra sem efetivar qualquer contrato, disponibilizando o registro de preços obtido por meio de pregão eletrônico.

Fonte: FNDE
Salas de Aula Informatizadas

Praticidade



Nossas carteiras informatizadas servem como um mobiliário escolar comum permitindo que o professor de a sua aula da forma tradicional através do uso de livros e cadernos, porém com um simples movimento sobre o tampo da mesa, elas “se transformam” em um computador de última geração. Assim diminuímos a necessidade do transporte de muitos livros, notebooks ou do deslocamento de alunos até um laboratório isolado.

Interatividade


Um enriquecimento maior à disciplina lecionada pode ser gerado a qualquer momento pelo professor, ou até mesmo por um aluno, pois todos são participantes ativos em sala de aula e estão interligados em constante acesso à internet e à infinita disposição de informações que esta oferece, dependendo apenas da autorização e necessidade do professor. É possível uma total interação entre os alunos e o educador.

Controle das Aulas


Nossa solução conta com o processamento de dados centralizado em um único servidor, assim é possível restringir o acesso às salas de bate-papos, sites de relacionamento e inibir a instalação de programas não autorizados, conforme o sistema pedagógico da escola e vontade do professor.

Fonte: Maurício Oppitz

Maioria das escolas brasileiras tem apenas infraestrutura básica

A maior parte das escolas brasileiras (84,5%) apresenta uma estrutura elementar ou básica.

Isso significa que tem apenas água, banheiro, energia, esgoto, cozinha, sala de diretoria e equipamentos como TV, DVD, computadores e impressora. Na outra ponta, 0,6% das escolas apresenta uma infraestrutura considerada avançada, com sala de professores, biblioteca, laboratório de informática, quadra esportiva, parque infantil, além de laboratório de ciências e dependências adequadas para atender a estudantes com necessidades especiais.



A conclusão é do estudo dos pesquisadores José Soares Neto, Girlene Ribeiro de Jesus e Camila Akemi Karino, da Universidade de Brasília (UnB), e Dalton Francisco de Andrade, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), "Uma Escala para Medir a Infraestrutura Escolar". Os pesquisadores utilizam dados do Censo Escolar 2011 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O estudo foi feito com dados de 194.932 escolas, incluindo públicas e privadas, rurais e urbanas.


"A criança, quando chega na escola, tem que ter equipamentos, conforto do ambiente para se concentrar, se dedicar aos estudos e ao aprendizado. O professor precisa de equipamento para desenvolver o trabalho dele, assim como a escola", explica em entrevista à Agência Brasil um dos autores do estudo, José Soares Neto. "O Brasil está passando por um momento em que é consenso que se deve investir em educação. A pesquisa traz uma perspectiva de como orientar esse investimento para resolver um problema que não é simples".

Fonte: Terra Notícias

Para acompanhar as tecnologias e as necessidades dos alunos do século XXI chegam ao mercado algumas opções de carteiras, a exemplo da Carteira Informatizada Desk One - produto da empresa Oppitz Soluções Tecnológicas - Grupo Cequipel, que na versão “dobrável” facilita a logística e a montagem do produto no local. 


Apresenta em sua estrutura um terminal de computador ou um computador com sistema embarcado, monitor de LCD widescreen instalado em tampo escamoteável, chave com segredo e sistema liga/desliga acoplado ao tampo basculante. 

Com a carteira, a Oppitz ganhou o Prêmio Salão Design Casa Brasil 2011, maior concurso de produtos de design da América Latina. 


A carteira tem inclinação do tampo para melhor conforto de visualização de conteúdo e também postural. O formato possibilita, inclusive, organizar as peças em grupos de estudos para proporcionar a troca de informações entre os alunos.


No caso da carteira informatizada DeskOne, mais de 1.200 escolas já utilizam a carteira no Brasil e três países já contam com a estrutura montada pela Oppitz Tecnologia. Oito países ainda estão em negociação.


Na cidade de Arajuno, no Equador, por exemplo, as crianças de comunidades indígenas já usufruem da tecnologia de 32 carteiras Desk-One. Na cidade de Bogotá, capital da Colômbia, os alunos do colégio Liceo Americano também utilizam as carteiras informatizadas.


O equipamento consome 88% menos energia que um computador comum e opera interligado a um servidor de aplicações da internet. O programa permite que o professor coordene o conteúdo de acesso dos alunos na rede. “É o professor quem determina e libera o acesso ao uso da internet ou qualquer outro aplicativo.
 

As características construtivas do produto preservam a interatividade entre o professor e aluno dentro da sala de aula. 


Para estabelecer uma ponte entre o Brasil do presente e do futuro, é imprescindível uma educação de qualidade, formadora de cidadãos comprometidos com uma vida social solidária e preparados para os desafios de uma sociedade cada vez mais demandante de informação e conhecimento. Um esforço emergencial é necessário para enfrentar a escassez crescente de trabalhadores qualificados em áreas estratégicas, caracterizando um verdadeiro apagão de capital humano. A superação dessa situação se dará pelo investimento intensivo em todos os níveis da educação formal, no ensino técnico e tecnológico, pela ampliação do acesso às tecnologias e pelo desenvolvimento de outros espaços de aprendizagem.

Fonte: Marina Silva

20ª EDUCAR – Feira Internacional de Produtos e Serviços para Educação

Agitação, corredores lotados, inovação, variedade e acima de tudo: qualidade. A sinergia perfeita entre distribuidores e compradores de diversas regiões do nosso país e do mundo você encontra, na Feira Educar. O ambiente perfeito para sua empresa, marca ou produto encontrar excelentes oportunidades de negócios.


O estande do Positivo apresentada uma verdadeira biblioteca de aplicativos digitais multiplataformas, além do Portal Educacional, que agora incorpora uma rede social especificamente voltada à educação. A Mesa Educacional TOQ, indicada para o Ensino Fundamental I, também poderá ser conhecida. O Livro Digital confere ao estudante e ao professor o poder de explorar conteúdos didáticos por meio da interação com imagens, áudios e vídeos que cativam o aluno e estimulam o conhecimento das disciplinas e o Mundo Digital opera on e off line e reúne uma completa coleção dos livros didáticos.


A imprensa da EDUCAR, entrevista Mauricio Oppitz, Diretor Executivo da Oppitz Soluções Tecnológicas do Grupo Cequipel - fala de Ergonomia na Tecnologia Educacional, a importância para a saúde do estudante - integridade, interatividade e sustentabilidade.

No estande da empresa os visitantes podem conhecer a única carteira informatizada do mundo - o produto é composto por um tampo basculante que quando aberto atua como um computador que consome 80% menos energia que um pc comum, além do sistema antivandalismo e antifurto. Quando fechado, pode ser utilizada como uma carteira escolar normal.

Mais de 1.200 escolas pelo Brasil já utilizam as Carteiras Informatizadas, além de instituições na Colômbia e no Equador.

Fonte: Oppitz Tecnologia


A empresa Sem Fronteiras Tecnologia Educacional destaca-se pelo Aprender Sem Fronteiras, um projeto pedagógico inovador, que prima pelo desenvolvimento das habilidades dos alunos. Ao mesmo tempo em que os alunos imergem no universo da informática, eles complementam os conteúdos da grade curricular, de forma lúdica e interdisciplinar.


Já o Sistema de Ensino SEFE  desenvolve um projeto inovador destinado às escolas da rede pública de ensino envolvendo aluno, família e escola. O projeto denominado Sistema Educacional Família e Escola tem como objetivo contribuir com as Secretarias Municipais nas ações próprias da área educacional.

Fonte: Futuro Eventos

Crédito da Notícia: Jornalista Brisa Teixeira / parceira da Presença – Comunicação Educacional e assessorias de imprensa das empresas expositoras. Ver matéria completa.

Computador Interativo e Lousa Digital

Com o propósito de levar tecnologias de informação e comunicação (TIC) às salas de aula das escolas públicas do país, o Ministério da Educação disponibiliza através do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo Integrado), por meio do FNDE, um computador interativo (projetor multimídia) para facilitar o ensino e a aprendizagem.

Concebido e desenvolvido pelas universidades federais de Santa Catarina e de Pernambuco, o computador interativo é diferente dos demais disponíveis no mercado por facilitar a interatividade.

Fonte: Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) 

A Oppitz Soluções Tecnológicas apresenta uma carteira escolar informatizada para uso individual em sala de aula. 

 

Design, mobiliário educacional e tecnologia em um único produto. 


A Carteira Informatizada Desk One segue um padrão de tampo escamoteável com regulagem de ângulo, ou seja, estilo notebook, de modo que quando aberta é uma carteira informatizada e fechada uma carteira escolar convencional.


Constituída em estrutura tubular de forma ergonomicamente correta, com tampo em MDF usinado revestido com PVC e fórmica líquida e sobre tampo em poliuretano estrutural. 


Visando aprimorar sempre as soluções apresentadas para o mercado educacional, a Oppitz Soluções Tecnológicas - Grupo Cequipel - apresentou na feira Interdidática, que aconteceu em São Paulo, a Carteira Informatizada adaptada para atender a Portadores de Necessidades Especiais (PNE), já é sucesso entre os usuários. Um produto que vem agregar valor ao já consolidado projeto de inclusão digital inteligente.


A Desk One pode ser ainda na versão "dobrável", facilitando a logística e a montagem do produto no local. 

Download: Guia técnico - pdf - 7061kb 

Fonte: Oppitz Soluções Tecnológicas